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domingo, 26 de setembro de 2010

29ª BIENAL DE SÃO PAULO.


O Projeto Educativo da 29ª Bienal de São Paulo oferece atividades e materiais de formação variados para públicos diversos.
Sob a curadoria de Stela Barbieri, o Projeto Educativo foi estruturado em três etapas, incluindo ações antes, durante e depois da mostra.
Parque do Ibirapuera • Portão 3Pavilhão Ciccillo Matarazzo  (Pavilhão da Bienal) - 04094-000 - São Paulo • SP • Brasil
Horários de funcionamento - De 2ª a 4ª feira das 9 às 19h - 5ª e 6ª feira das 9 às 22h - Sábado e domingo das 9 às 19h
(entrada admitida até uma hora antes do fechamento) - De 25 de setembro a 12 de dezembro - Entrada gratuita
Calendário
21 de setembro de 2010
9 às 17h – Imprensa
19h - Pré-abertura para convidados
22 a 24 de setembro de 2010
19h - Abertura para convidados
22 e 23 de setembro de 2010
Manhã e tarde - Professores (Programa Educativo)
25 de setembro de 2010
10h - Abertura ao público
12 de dezembro de 2010 – Encerramento
PARA SABER E ACOMPANHAR TUDO SOBRE A BIENAL NO SITE: 
PARTICIPANTES

·         Adrian Piper
·         Aernout Mik
·         Ai Weiwei
·         Albano Afonso
·         Alberto Greco
·         Alessandra Sanguinetti
·         Alfredo Jaar
·         Alice Miceli
·         Allan Sekula
·         Allora e Calzadilla
·         Amar Kanwar
·         Amelia Toledo
·         Ana Gallardo
·         Andrea Büttner
·         Andrea Geyer
·         Andrew Esiebo
·         Anna Maria Maiolino
·         Anri Sala
·         Antonieta Sosa
·         Antonio Dias
·         Antonio Manuel
·         Antonio Vega Macotela
·         Apichatpong Weerasethakul
·         Archigram Group
·         Artur Barrio
·         Artur Żmijewski
·         CADA - Colectivo Acciones de Arte
·         Cao Fei
·         Carlos Bunga
·         Carlos Garaicoa
·         Carlos Teixeira
·         Carlos Vergara
·         Carlos Zilio
·         Chantal Akerman
·         Chen Chieh-jen
·         Chim Pom
·         Cildo Meireles
·         Cinthia Marcelle
·         Claudia Joskowicz
·         Claudio Perna
·         Daniel Senise
·         David Claerbout
·         David Cury
·         David Goldblatt
·         David Lamelas
·         David Maljković
·         Deimantas Narkevičius
·         Dora García
·         Douglas Gordon
·         Eduardo Coimbra
·         Eduardo Navarr
·         Efrain Almeida
·         Emily Jacir
·         Enrique Ježik
·         Ernesto Neto
·         Fernando Lindote
·         Filipa César
·         Fiona Tan
·         Flávio de Carvalho
·         Francis Alÿs
·         Gabriel Acevedo Velarde
·         Gil Vicente
·         Graziela Kunsch
·         Grupo de Artistas de Vanguardia
·         Grupo Rex
·         Gustav Metzger
·         Guy de Cointet
·         Guy Veloso
·         Harun Farocki
·         Hélio Oiticica
·         Henrique Oliveira
·         High Red Center
·         Isa Genzken
·         Jacobo Borges
·         James Coleman
·         Jean-Luc Godard
·         Jeremy Deller e Grizedale Arts
·         Jimmie Durham
·         Joachim Koester
·         Jonas Mekas
·         Jonathas de Andrade
·         José Leonilson
·         José Spaniol
·         Joseph Kosuth
·         Juliana Stein
·         Julie Ault e Martin Beck
·         Karina Skvirsky Aguilera
·         Kboco e Roberto Loeb
·         Kendell Geers
·         Kiluanji Kia Henda
·         Kimathi Donkor
·         Kutluğ Ataman
·         Livio Tragtenberg
·         Luiz Zerbini
·         Lygia Pape
·         Manfred Pernice
·         Manon de Boer
·         Marcelo Silveira
·         Marcius Galan
·         Maria Lusitano
·         Maria Thereza Alves
·         Marilá Dardot e Fabio Morais
·         Mario Garcia Torres
·         Marta Minujín
·         Mateo López
·         Matheus Rocha Pitta
·         Miguel Angel Rojas
·         Miguel Rio Branco
·         Milton Machado
·         Mira Schendel
·         Monir Shahroudy Farmanfarmaian
·         Moshekwa Langa
·         Nan Goldin
·         Nancy Spero
·         Nástio Mosquito - Bofa da Cara
·         Nelson Leirner
·         Nnenna Okore
·         NS Harsha
·         Nuno Ramos
·         Oscar Bony
·         Oswaldo Goeldi
·         Otobong Nkanga
·         Palle Nielsen
·         Paulo Bruscky
·         Pedro Barateiro
·         Pedro Costa
·         Pixação SP
·         Qiu Anxiong
·         Raqs Media Collective
·         Roberto Jacoby
·         Rochelle Costi
·         Rodrigo Andrade
·         Ronald Duarte
·         Rosângela Rennó
·         Runa Islam
·         Samuel Beckett
·         Sandra Gamarra Heshiki
·         Sara Ramo
·         Simon Fujiwara
·         Sophie Ristelhueber
·         Steve McQueen
·         Sue Tompkins
·         Superstudio
·         Susan Philipsz
·         Tacita Dean
·         Tamar Guimarães
·         Tatiana Blass
·         Tatiana Trouvé
·         Tea Pavilion
·         The Otolith Group
·         Tobias Putrih
·         UNStudio
·         Wendelien van Oldenborgh
·         Wilfredo Prieto
·         Yael Bartana
·         Yoel Diaz Vázquez
·         Yonamine
·         Yto Barrada
·         Zanele Muholi
·         Zarina Bhimji
​FONTE: 

Museu da Língua Portuguesa

O Museu da Língua Portuguesa ou Estação Luz da Nossa Língua é um museu interativo sobre a língua portuguesa localizado na cidade de São Paulo no histórico edifício Estação da Luz, no Bairro da Luz, concebido pela Secretaria da Cultura paulista em conjunto com a Fundação Roberto Marinho, tendo um orçamento de cerca de 37 milhões de reais (14,5 milhões de euros).
O objetivo do museu é criar um espaço vivo sobre a língua portuguesa, considerada como base da cultura do Brasil, onde seja possível causar surpresa nos visitantes com os aspectos inusitados e, muitas vezes, desconhecidos de sua língua materna. Segundo os organizadores do museu, "deseja-se que, no museu, esse público tenha acesso a novos conhecimentos e reflexões, de maneira intensa e prazerosa". O museu tem como alvo principal a média da população brasileira, composta de pessoas provenientes das mais variadas regiões e faixas sociais do país, mas que ainda não tiveram a oportunidade de obter uma idéia mais precisa e clara sobre as origens, a história e a evolução contínua da língua.
O museu foi inaugurado na segunda-feira de 20 de março de 2006, com a presença do ministro da cultura e cantor Gilberto Gil, representando o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, da ministra da cultura de Portugal, Isabel Pires de Lima, do governador paulista Geraldo Alckmin, do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, de António Carmona Rodrigues, presidente da câmara municipal (prefeito) de Lisboa, do presidente da Fundação Calouste Gulbenkian e outras autoridades representativas, não apenas de Portugal e do Brasil, mas de todos os países lusófonos.
 A língua fala por si. A importância de tratar da língua seja através dos museus, dos programas, dos acordos ortográficos, seja através dos processos de liberalização das falas novas, a língua é importante. A língua é nossa mãe. O museu cuida de todos os aspectos da língua escrita, falada, da língua dinâmica, a língua da interação, a língua do afeto, a língua do gesto, e de tudo isso este museu vai cuidar. 
— Gilberto Gil
Assim expressou-se Gilberto Gil, durante a cerimônia. Por sua vez, o sociólogo Fernando Henrique Cardoso enalteceu a iniciativa pioneira como sendo fundamental por mostrar "nossa identidade cultural: a expressão lingüística". Chamou atenção para a importância dos acordos ortográficos entre os povos que fazem uso desta língua como principal: "temos que valorizá-la", disse.
A entrada.
O projeto é inédito, informou Sílvia Finguerut, gerente de patrimônio e meio ambiente da Fundação Roberto Marinho, afirmando não existir no mundo um museu exclusivamente dedicado à língua (vide tópico Curiosidades). Sílvia lembrou, também, o simbolismo relacionado à localização do museu:
 Durante muitas décadas, os imigrantes estrangeiros que chegavam a São Paulo desembarcavam nesta estação, um local, portanto, onde as outras línguas se encontravam com o nosso português.           
— Sílvia Finguerut
Geraldo Alckmin fez alusão à importância deste museu para toda a comunidade lusófona. Citou Eça de Queirós, o grande escritor, nascido na Póvoa de Varzim, o qual dizia que os brasileiros falavam um "português com açúcar". Assim como citou o verso "minha pátria é minha língua", da música "Língua" de Caetano Veloso: uma releitura que o cantor e compositor fez de Bernardo Soares (Fernando Pessoa) no "Livro do Desassossego": "Minha pátria é a língua portuguesa". Para o governador, o museu irá estimular o estudo e será muito importante não somente para os estudantes, mas, também, para a formação de professores e a própria preservação do idioma.
Complementaram ainda, de forma categórica, Antônio Isaac Monteiro, Ministro das Relações Exteriores de Guiné-Bissau, e José Roberto Marinho, presidente das Organizações Globo:
O museu
Apesar da palavra museu trazer a idéia de algo rústico e antigo, o museu possui um acervo inovador e predominantemente virtual, combinando arte, tecnologia e interatividade, lembrando que o museu está localizado em um prédio histórico. Composto das mais diversificadas exposições nas quais são utilizados objetos, vídeos, sons e imagens projetadas em grandes telas sobre a língua portuguesa, considerada do ponto de vista de patrimônio cultural dos povos lusófonos.
O museu ocupa três andares da Estação da Luz, com 4.333 m². Criação do arquiteto brasileiro Rafic Farah, logo na entrada vê-se a chamada "Árvore da Língua", uma escultura com três andares de altura em que nas folhas surgem contornos de objetos e as raízes são formadas por palavras que deram origem ao português. A árvore pode ser visualisada quando o visitante usa o elevador de acesso aos outros andares com paredes transparentes.
Endereço: Praça da Luz, s/n, Centro – São Paulo – SP
Leia informações completas e atualizadas no site:  http://www.museudalinguaportuguesa.org.br/

sábado, 25 de setembro de 2010

Museu de Arte de São Paulo

MASP é o mais importante museu de arte ocidental do Hemisfério Sul.
A missão do MASP é "Incentivar, divulgar e amparar, por todos os meios ao seu alcance, as artes de um modo geral e, em especial, as artes visuais, visando o desenvolvimento e o aprimoramento cultural do povo brasileiro"
O edifício cartão-postal da cidade
O edifício sede do museu, com 11.000 metros quadrados divididos em 5 pavimentos e com vão livre de 74 metros, é um ícone da cidade de São Paulo. Em 1982 foi tombado pelo CONDEPHAAT – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado e em 2003 pelo IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
Além de museu, o MASP é um centro cultural que proporciona diversas atividades ao público, como escola de arte, ateliês, espetáculos de dança, música e teatro, palestras e debates, cursos para professores, entre outras tantas atividades realizadas durante todo o ano.
É o museu mais frequentado de São Paulo, com média de 50.000 visitantes/mês (dados Folha de São Paulo, 05 de abril de 2009).

A História
Fundado em 1947, o MASP foi idealizado por Assis Chateaubriand, empresário e jornalista, e Pietro Maria Bardi, jornalista e crítico de arte italiano. A princípio, instalou-se em quatro andares do prédio dos Diários Associados, império de Chateaubriand formado por 34 jornais, 36 emissoras de rádio, 18 estações de televisão, editora e a revista O Cruzeiro.
As primeiras obras de arte do museu foram selecionadas pessoalmente por P. M. Bardi na Europa do pós-guerra, em suas inúmeras viagens às principais capitais culturais com Chateaubriand.
Chatô, como era chamado, usava seu prestígio político-empresarial entre os grandes empresários da época para arrecadar os recursos para a aquisição das obras.
Como São Paulo era na época a grande capital financeira, principalmente devido a circulação do dinheiro das indústrias e do café, decidiu-se que o MASP seria construído nesta cidade.
A nova sede, na próspera Avenida Paulista, foi projetada por Lina Bo Bardi. Foram 12 anos entre projeto e execução. Lina trabalhou sob uma condição imposta pelo doador do terreno à prefeitura de  São Paulo: a vista para o Centro da cidade e para a Serra da Cantareira teria de ser preservada, através do vale da avenida 9 de Julho.
Assim nasceram as quatro colunas do atual museu com um vão livre de 74 metros, assim nasceu um dos cartões postais da cidade de São Paulo, foi inaugurado em 1968. Projeto moderno e ousado para a época, abrigava a coleção do museu, já conhecida e respeitada nos muitos países pelos quais passou durante os anos em que o edifício esteve em construção, como França, Itália, Japão, entre outros.
A inauguração do novo prédio contou com a presença da Rainha Elizabeth II da Inglaterra, além das maiores autoridades brasileiras da época e uma grande participação popular em frente ao edifício.
Como o prédio foi projetado suspenso pelas duas colunas e a vista da Paulista para o centro da cidade fosse preservada, foi concebida uma esplanada abaixo do edifício. Conhecida hoje como “vão livre”, havia sido idealizada por Lina como uma grande praça para crianças, famílias, com brinquedos e muitas plantas.
As colunas do edificio foram pintadas de vermelho somente em 1990 na ocasião dos 40 anos
do museu, em parceria com a empresa Suvinil, obedecendo o projeto original de Lina Bo Bardi.

Ao longo de sua história, o museu foi ponto de partida de outras instituições, como a ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing, cujas atividades foram iniciadas no museu, a escola de artes da FAAP e a Mostra Internacional de Cinema, cuja idéia também nasceu no MASP. Os filmes da mostra eram exibidos com exclusividade no museu em seus primeiros anos.
Na reforma de 1997, o prédio recebeu um terceiro andar subsolo, onde está hoje a reserva técnica, moderno espaço que abriga as peças do acervo enquanto não estão em exposição.
Em 2007, o MASP teve sua coleção reorganizada em 4 grandes exposições, pelo curador coordenador do museu, Prof. Teixeira Coelho, em comemoração aos 60 anos do museu.
O museu vem proporcionando ao público brasileiro, desde sua fundação, centenas de exposições de artistas estrangeiros e grandes exposições internacionais, através do Intercâmbio de obras com diversos museus no mundo e o patrocínio de empresas parceiras, e permanentemente apresenta as obras dos artistas radicados no Brasil através de uma visão contemporânea da produção atual de todas as manifestações artísticas.
Endereço:
Av. Paulista, 1578 - São Paulo – SP – Para saber mais visite o site oficial (F):

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Museu de Artes Plásticas Anderson Fabiano

Área destinada para exposições artísticas e culturais do município, onde são valorizados os trabalhos de artistas plásticos, lançamentos de livros, CDs, apresentações musicais, poesias e diversas exposições agendadas no ano.
Rico acervo de obras com pintura e escultura de artistas de renome nacional e regional. Consiste atualmente de 144 quadros, 19 gravuras e 20 esculturas dispostas por alas temáticas, numa área de 225 m²
Avenida Thomé Portes Del Rei, 925. Jardim Ana Emília. Taubaté. SP. 12070-610.

Museu de Arte Sacra/Taubaté SP.

Inaugurado no dia 4 de dezembro de 2009, o Museu de Arte Sacra de Taubaté é administrado pela Mitra Diocesana da cidade. O local abriga as obras sacras que antes ficavam na Capela do Pilar.
Com a proposta de recontar e recriar o passado religioso da Região, o museu tem peça de Taubaté e cidades como São Luiz do Paraitinga e Redenção da Serra.
Entre as obras estão pinturas, esculturas, instrumentos musicais, partituras, acessórios e documentos.
O museu possui também um laboratório de restauro.
Praça Santa Terezinha, 100 - Centro – Taubaté – SP.
Horário de quarta à domingo, das 9h às 17h30. F: http://www.guiataubate.com.br/

Museu da Imagem e Som (MISTAU)

O Museu anexo à Divisão de Museus, Patrimônio e Arquivo de Histórico de Taubaté, foi inaugurado no dia 6 de dezembro de 1995. Sua implantação justifica-se plenamente pela possibilidade do resgate iconográfico e sonoro da memória histórico-artistico-cultural de Taubaté e Vale do Paraíba, o que vem sendo realizado através de fotos, coleta de depoimentos orais e produções diversificas, tanto em áudio como em vídeo. O local possui o maior acervo de imagens históricas da região, responsável por atender às necessidades da imprensa regional, pesquisadores, historiadores, cientistas, além de ser aberto ao público para consultas.
O acervo também conta com equipamento cinematográfico, capacitado para registrar acontecimentos de relevância histórica da cidade. 
O espaço físico é formado por um auditório e sala de projeção para 50 pessoas, ilha de edição e equipamentos de vídeo digital em super VHS, terminal de áudio para reprodução em fitas, discos, CDs, laboratório, acervo fotográfico, biblioteca e hemeroteca.

INSTITUTO MAZZAROPI.

O Museu Mazzaropi, em Taubaté SP; é uma iniciativa privada e sem fins lucrativos, mantido pelo Instituto Mazzaropi.
O site apresenta um panorama da história e obra de Amácio Mazzaropi e fatos recentes relacionados a esse inesquecível personagem da cultura popular brasileira.  Você também fica conhecendo as ações culturais e educacionais do Museu e Instituto Mazzaropi e como participar delas.
Mazzaropi foi um artista brasileiríssimo. De origem humilde, começou no circo, foi para o rádio, passou pela TV, e chegou ao cinema, onde estreou como ator até se tornar seu próprio produtor, diretor e distribuidor, consagrando-se como um dos maiores sucessos de bilheteria.
Nascido em 1912, em São Paulo, Mazza - era chamado assim pelos amigos - desde pequeno demonstrava interesse pela arte. Com ascendência italiana e portuguesa, iniciou a carreira no picadeiro. Já nos anos 1940 estreou na rádio Tupi com o programa Rancho Alegre, que se tornou sucesso.
Conhecido por suas célebres frases, soou profético com a seguinte: "Só quero ver quando eu morrer. Daí vão fazer festivais com meus filmes e tem gente que é capaz de dizer até que eu fui um gênio". E não é que quase 30 anos depois de sua morte, que ocorreu em 1981, o ‘Jeca'' estava mais do que certo? Até hoje é aclamado como o grande criador do cinema popular brasileiro.
Mazzaropi conseguiu o que ainda hoje parece quase impossível.
O museu está localizado dentro do Hotel Fazenda Mazzaropi, próximo à Fazenda Santa, onde o cineasta produziu a maioria dos filmes. O local contém todo o acervo cinematográfico com 32 filmes do artista, objetos, fotos do cineasta e alguns cenários.
O projeto foi criado em 1992. Em abril de 2010 o museu ganhou um novo espaço, mas continua ao lado dos antigos estúdios de Mazzaropi, um dos maiores da América Latina nos anos 70.
O novo museu conta com entrada independente e estacionamento. O projeto arquitetônico abriga uma área de exposição, auditório, loja, lanchonete e foyer. A proposta foi criar uma estrutura arquitetônica tão rica quanto o acervo.
O novo prédio é uma continuidade do primeiro projeto e dedicado à pesquisa, preservação e divulgação da vida e obra de Mazzaropi e da cultura popular brasileira.
A entrada para o museu é gratuita, mas é necessário agendar visita. Seu horário de funcionamento é das 8:30 h às 12:30 h, de terça a domingo.

SAIBA MAIS NO SITE OFICIAL;

O Museu fica na Estrada Amácio Mazzaropi n 201 - Taubaté - SP ao lado do Hotel Fazenda Mazzaropi.
Quem tudo começou foi JOÃO ROMAN JUNIOR, com a compra e a implntação do Hotel Fazenda Mazzaropi.( Nossa especial homenagem).
A Familia ROMAN nossa eterna gratidão;em especial ao João Roman Neto seu idealizador; Kika; Rodrigo Roman; Arthur Ribeiro; Claudio Marques e tantas pessoas que colaboraram para que este sonho de toda a familia e fâns de Mazzaropi se tornasse possivel; o Museu Mazzaropi foi construido em uma area de 1.200 M2 na area lateral do Hotel Fazenda Mazzaropi e foi construido com recursos proprios.
Entre tantas coisas tão importantes expostas no Museu Mazzaropi á mais importante é a Câmera Mitchell; adquirida por Amácio Mazzaropi da Cia Cinematografica Vera Cruz; esta camera era o sonho a se tornar realidade de Mazzaropi, esta câmera fez tornar se possivel o sonho do meu pai Amácio Mazzaropi;
Nos seus filmes, falar a linha do povo.
André Luiz Mazzaropi


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