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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Museu Militar Conde de Linhares - RJ

O Museu Militar Conde de Linhares (MMCL) localiza-se no bairro de São Cristóvão, na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil.
Museu temático sobre história militar, a instituição recebeu o seu nome em homenagem a D. Rodrigo de Sousa Coutinho, conde de Linhares, nobre que acompanhou a transferência da corte portuguesa para o Brasil (1808-1821). Na qualidade de Ministro da Guerra e dos Negócios Estrangeiros, aqui fundou a Academia Real Militar, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o Arquivo Militar, a Biblioteca Nacional e a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios.
O imóvel foi erguido em 1921, por determinação do então Ministro da Guerra Pandiá Calógeras. Aquartelou inicialmente a 1ª Companhia de Metralhadoras e, posteriormente, a Companhia de Intendência. Com a transferência do curso de Intendência, da Escola Militar do Realengo para a cidade de Resende, onde passou a compor a Academia Militar das Agulhas Negras, o imóvel em São Cristóvão abrigou o Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR), e, posteriormente, a 5ª Brigada de Cavalaria Blindada (5ª Bda C Bld) do Exército Brasileiro, que ali permanceceu até 1996.
Reformado e requalificado como museu, foi inaugurado em 12 de outubro de 1998.
Com apoio da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, da Fundação Cultural Exército Brasileiro e da iniciativa privada, começou a funcionar como Centro Cultural a partir de 6 de maio de 2001.
[editar]Acervo
A instituição mantém em exposição permanente uma narrativa da história militar do Brasil desde o período colonial até aos dias de hoje, inclusive peças usadas pelo país enquanto integrante das Forças de Paz da ONU. Destacam-se, além da armaria e da artilharia, uniformes, veículos de campanha e blindados.
A exibição compreende uma evolução história do armamento, objetos de uso pessoal dos Pracinhas da Força Expedicionária Brasileira (FEB), além de armamentos estadunienses e alemães utilizados na Segunda Guerra Mundial.
Outros núcleos de destaque são a exposição "Tropa em Marcha", onde os visitantes podem apreciar aspectos da evolução dos meios de transporte militar no Exército brasileiro, e o Pátio dos Blindados onde podem ser observadas diversas viaturas blindadas e peças de artilharia, como por exemplo um raro canhão ferroviário.
A instituição promove ainda diversas atividades sócio-culturais.

Museu Militar - RS

O Museu Militar do Comando Militar do Sul foi criado em vinte e quatro de maio de mil novecentos e noventa e nove com a intenção de recolher, preservar, conservar e expor objetos referentes a história do Exército Brasileiro, mais precisamente a do Comando Militar do Sul que compreende os Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. 
Na certeza de que a função do museu é mais do que recolher e conservar peças do acervo histórico, a atuação do museu vem preocupando-se cada vez mais em aumentar, aperfeiçoar e diversificar as suas atividades, neste caminho procura participar das mais diversas atividades de divulgação aproximando cada vez mais o museu da comunidade.  

O Museu Militar do Comando Militar do Sul, possui 2.800 metros quadrados, está situado na rua dos Andradas nº 630, no corredor cultural de Porto Alegre, em frente à igreja das Dores. O seu prédio é considerado de interesse de preservação pela prefeitura municipal de Porto Alegre.
Datado de 1867, foi construido para abrigar o Arsenal de Guerra da Província e tinha entre outras funções realizar o apoio logístico, a fabricação, a recuperação de armamentos e munições da época. Salientamos a função social do estabelecimento em relação aos Expostos da Santa Casa de Misericórdia, onde os meninos não adotados ao completarem sete ou oito anos eram encaminhados ao Arsenal da Província para aprenderem algum ofício até os 16 anos. 
Em 1940, por determinação do ministro Eurico Gaspar Dutra, o Arsenal de Guerra foi transferido para o município de General Câmara, ocupando instalações mais adequadas. O velho prédio passa a receber novos aquartelamentos, como a sede do Depósito Regional de Armamento e Munição, o DRAM/3 até os anos 60, a Cia de Comando do III Exército e posteriormente a Cia de Comando do Comando Militar do Sul até 1999, quando foram iniciados os estudos da implantação do Museu Militar do CMS.O Museu Militar do CMS passa a ocupar o prédio do Arsenal em 2001 onde foi instalado o acervo a fim de reunir condições para melhor atendimento ao público.

Casa de Cultura Mário Quintana - RS

Casa de Cultura Mário Quintana – O antigo Hotel Majestic abriga 2 teatros, 3 cinemas, museus, galerias e acervos diversos. Em estilo eclético, foi residência do poeta Mário Quintana.

Os tempos aúreos do Majestic 
Inicialmente administrado por Horácio de Carvalho, a vida do Hotel Majestic iniciou realmente em 1923, com o arrendamento do prédio aos irmãos Masgrau, imigrantes espanhóis que estabeleceram-se no Brasil e ligaram-se ao ramo da importação e exportação. 
O Hotel transformou-se em um marco histórico no desenvolvimento e modernização de Porto Alegre, com uma localização privilegiada, quase às margens do Guaíba que, na época, ia até onde atualmente é a Av.Mauá. Um trapiche trazia diretamente os hóspedes ao Hotel. 
Os anos trinta e quarenta foram os de maior sucesso do Majestic. Porto Alegre dispunha de muitos atrativos e várias companhias de revista por aqui transitavam, seguindo depois para Montevideo e Buenos Aires. O Hotel hospedou desde políticos importantes como Getúlio Vargas a vedetes famosas como Virginia Lane e artistas como Francisco Alves, na época o maior cantor do Brasil. 
O caso de uma época 
Nos anos cinqüenta e sessenta iniciou-se o processo de desgaste do Hotel. A nova administração, passou a não selecionar os hóspedes e logo as pessoas de alto poder aquisitivo ou prestígio foram substituídas por caixeiros-viajantes. 
O período denominado de "desenvolvimentista" não foi bom para o Majestic, que, vítima da desfiguração que atingiu o centro da maioria das cidades, ainda sofria a concorrência de novos hotéis, com instalações mais modernas e amplas. 
Além de tudo, a antiga localização, antes privilegiada, agora era problemática. As elites saíram do centro e foram instalar-se em bairros diferenciados. O centro tornou-se local de serviços diurnos, com um comércio agitado que fechava suas portas à noite, quando a rua dos Andradas transformava-se em local perigoso. As pessoas não viajavam mais nos vapores, o muro da Mauá impedia o acesso livre ao porto e a construção da nova rodoviária proporcionara o surgimento de vários hotéis a sua volta. 
Lutadores de "cath" e luta livre substituíram antigos hóspedes, além de solteiros, viúvos, boêmios e poetas solitários como Mario Quintana, que ali hospedou-se de 1968 a 1980. 
Ao final, dos trezentos quartos, passou a ter funcionando pouco menos de cem. O edifício foi posto à venda na década de setenta e, em dez anos, apenas dois interessados surgiram, os quais desanimaram frente às reais condições do prédio. 



No final dos anos setenta surgiu toda uma discussão entre a população sobre nosso patrimônio cultural. Uma das conseqüências foi a realização de um levantamento dos prédios antigos, com o fim de resgatar e preservar sua arquitetura. 
A humanização da área central da cidade também entrou na discussão e vários prédios foram tombados pelos órgãos do patrimônio histórico. 
Os prefeitos, a partir de 1983, propuseram projetos para remodelar a área central e o Majestic foi lembrado nessa movimentação da população pela valorização de sua história. Mas antes disso muito se perdeu. Em 1980, por exemplo, foi realizado um leilão com os móveis e utensílios do Hotel, que hoje encontram-se dispersos e em mãos de particulares. 
O prédio foi adquirido pelo Banrisul, em julho de 1980, no governo Amaral de Souza. O negócio foi feito para que o governo do Estado pudesse comprá-lo, já que não tinha verba suficiente para o valor real. Em 29.12.1982 o governo do Estado adquiriu o Majestic do Banrisul. Em seguida, no ano de 1983, o Majestic foi arrolado como prédio de valor histórico e iniciada sua transformação em Casa de Cultura. 
No mesmo ano, através da lei 7803 de 08 de julho, recebeu a denominação de Mário Quintana, passando a fazer parte da Subsecretaria de Cultura do Estado. 
A obra de transformação física do Hotel em Casa de Cultura, entre elaboração do projeto e construção, desenvolveu-se de 1987 a 1990. O projeto arquitetônico foi assinado pelos arquitetos Flávio Kiefer e Joel Gorski, os quais tiveram o desafio de planejar 12.000 m2 de área construída para a área cultural, em 1.540m2 de terreno. Em 25 de setembro de 1990 a casa foi finalmente aberta.


As obras de arte da CCMQ 
Várias obras de arte compõem o acervo fixo da CCMQ. No andar térreo, acima da entrada da sala Paulo Amorim, está um painel de Jailton Moreira. Irineu Garcia, no térreo da ala oeste, homenageia pessoas e empresas que contribuíram para a metamorfose do Majestic em Casa de Cultura, numa escultura marco. Na altura do segundo andar, está a escultura de Xico Stockinger, chamada de "O guerreiro". Entre os andares, na altura do quarto pavimento, próximo ao auditório Luis Cosme, está uma pintura de Karin Lambrecht, denominada "Do outro lado do horizonte". No quarto andar, na Discoteca Pública Natho Henn, Mauro Fuke apresenta o trabalho em madeira "Os tentáculos". No saguão do Teatro Bruno Kiefer, existe um painel de Regina Silveira, "Auditorium". No interior da Biblioteca está a escultura de Carlos Cavalcanti, denominada "O índio".

Museu de História da Medicina

Este é um resumo do que o visitante vai encontrar ao fazer esta viagem virtual pelo MUHM, ou em sua sede física no prédio histórico do Hospital Beneficência Portuguesa. 

O MUHM, portanto, vem preencher o espaço que faltava no Estado para a preservação e divulgação do patrimônio histórico-cultural médico, tanto no que diz respeito à profissão quanto de seus profissionais. Na moderna concepção de museu, tão imprescindível quanto conservar, deve ser informar, fomentar e promover o conhecimento. Esta é a missão do MUHM.
Histórico 
Foi um longo, intenso e árduo movimento de classe que permitiu, no dia 20 de maio de 1931, a criação do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (SIMERS), em Porto Alegre. Esta entidade de classe, que hoje congrega mais de 13 mil profissionais em todo o Estado, surgiu como uma reação a um conceito vigente nas primeiras décadas do século XX que se chamava "liberdade profissional", uma concessão da lei da época que permitia a prática da Medicina por pessoas que não tinham estudo acadêmico e nem mesmo uma formação técnica adequada. 
O combate à "liberdade profissional", pressionou os poderes públicos e os médicos conseguiram, durante o governo provisório de Getúlio Vargas, a aprovação da lei da regulamentação do exercício da Medicina (Decreto 20.931 de 11 de janeiro de 1932). A edição desta lei foi a primeira grande vitória sobre o exercício ilegal da Medicina. 
Nestas mais de sete décadas de trabalho e dedicação à causa médica, o SIMERS empreendeu inúmeras outras lutas e passou a receber da sociedade gaúcha e brasileira respeito e admiração. Hoje, mais que um Sindicato, o SIMERS é modelo de instituição moderna, sincronizada com seu tempo, voltada não apenas para os interesses classistas, mas para as causas sociais da atualidade, propondo políticas públicas que permitam a valorização profissional e, ao mesmo tempo, a saúde da população gaúcha e brasileira. 
É nesse contexto que o SIMERS instituiu oficialmente, em 2006, o Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul, que a partir de 18 de outubro de 2007 passou a funcionar no prédio histórico do Hospital Beneficência Portuguesa, em Porto Alegre, na Av. Independência, 270. 
F; http://www.muhm.org.br/index.php?formulario=omuhm&metodo=4&id=0&submenu=1

Memorial das Artes de Santa Cruz - MASC

O Memorial das Artes de Santa Cruz do Sul, situado na rua Marechal Deodoro, 582, foi inaugurado no dia 05 de setembro de 2006, por iniciativa do Poder Público Municipal.
O prédio - em estilo eclético, com detalhes neo-renascentistas em sua fachada - foi construído no ano de 1913 para servir de casa Paroquial. Foi ocupado no ano seguinte pelos padres e irmãos jesuítas. A casa e os terrenos foram doados pela paróquia ao bispado, após a publicação do decreto de criação da Diocese. Depois de ser reformada e adaptada, a casa passou a ser residência do bispo. Com a mudança dos pontífices, a construção abrigou estabelecimentos comerciais. Entretanto, permaneceu desocupada por quase quatro anos.
No auge da precariedade do estado de conservação do imóvel, o prédio foi adquirido pelo empresário Hilton Kappaun. Ele contratou os serviços do engenheiro Romeu Lorini e da arquiteta Darlene Lorini, que se empenharam na reforma e restauração começadas em 2003 e que levaram três anos para serem concluídas.
Após o término das obras, o prédio foi alugado pela Prefeitura Municipal da Santa Cruz do Sul. Assim, a foi possível disponibilizar à comunidade santa-cruzense e regional um espaço nobre para abrigar exposições de artes plásticas e outras formas de manifestações culturais.
Junto com a Catedral São João Batista, o Centro de Cultura Jornalista Francisco José Frantz e a Casa das Artes Regina Simonis, o MASC forma um eixo cultural nas proximidades da Praça Getúlio Vargas, sendo sede do Departamento de Cultura. Informações sobre serviços, pontos turísticos e manifestações culturais também são fornecidas nos local, o que contribui sobremaneira para o desenvolvimento regional.
Na Casa, no andar térreo, podemos encontrar - em caráter permanente - a mostra "Catedral São João Batista: Um marco de Fé, História e Arquitetura", de autoria do arquiteto Ronaldo Wink.
Até o momento, o local abrigou as seguintes mostras itinerantes: Centenário de Mário Quintana, Caudilhos do Rio Grande do Sul, Mesas e Ambientes Natalinos, Mulher- Arte e Sensibilidade, Iconografia Cristã, Brasilidade - Um Olhar, Catadores de Sonhos, A Salamanca do Jarau, Ana Rita de Carvalho e Maria Inez de Carvalho, UNIARTE/UNISC 10 anos, Mostra Venezuela, Consciência, 1ª Mostra Regional, Fotos do Concurso de Fotografias, Acervo do MARGS – Expressividade na Arte Brasileira, Acervo do MARGS: Um novo olhar (releitura), Mistérios da Bolsa Feminina, Individual de Lula Werner: paisagem, abstrato – surrealismo.

sábado, 16 de outubro de 2010

VI SALÃO DE OUTUBRO 2010.

A SOCIEDADE DOS AMIGOS DO MUSEU DO CRATO convida você a se fazer presente no VI SALÃO DE OUTUBRO que acontecerá no dia 30 de outubro de 2010, às 20h, no hall do Teatro Salviano Arraes Saraiva, na cidade do Crato. 
UM BELÍSSIMO EVENTO.
AINDA HÁ TEMPO PARA PARTICIPAR.
INSCRIÇÕES ATÉ DIA 19/10/2010.
INTERESSADOS ENTRAR EM CONTATO PARA MAIS INFORMAÇÕES.

O projeto é resgatado pela SOCIEDADE DOS AMIGOS DO MUSEU DO CRATO, através do seu presidente Dr. Ricardo Saraiva da Rocha em parceria com a Fundação J. de Figueiredo Filho, e o seu presidente Dr. George Macário de Brito, Fundação Cultural do Crato com a Secretária de Cultura, Daniele Esmeraldo e o Instituto Cultural do Cariri, e o seu presidente, Manoel Patrício de Aquino.






O salão será reaberto no auditório do Teatro Salviano Saraiva na cidade do Crato no dia 30 de outubro de 2010, às 20:00hs. Tem como meta acolher trabalhos representativos das artes plásticas e visuais com temáticas livres nas categorias de desenho, pintura, gravura e escultura.

Crato é um município brasileiro do interior do estado do Ceará. Localiza-se no sopé da Chapada do Araripe no extremo-sul do estado e na Microrregião do Cariri, integrante da Região Metropolitana do Cariri.





Constitui-se numa cidade com expressiva importância regional. Destaca-se na tradicional função de comercialização de produtos rurais, provenientes do desenvolvimento da agricultura no sopé dos vales irrigados da região do Cariri. Nesta área, destaca-se a famosa Expocrato, feira agropecuária que inclui também shows com bandas e cantores famosos e atrai milhares de visitantes à cidade todo mês de julho. A cidade também comercializa produtos industriais (alumínio, calçados, cerâmica, aguardente) para os demais centros urbanos do Ceará.


Tem parcela significativa da população dedicada à prestação de serviços. É no Crato que está sediada a Universidade Regional do Cariri, importante instituição presente no município. A cidade se situa ao sopé da Chapada do Araripe e, por isso, ao contrário de outras áreas do Nordeste, suas temperaturas são relativamente baixas no inverno, embora elevadas no verão. Expressiva parte da Floresta Nacional do Araripe(a primeira Reserva Florestal criada no país) encontra-se em território cratense.



Museu: (88) 3523 5491

sábado, 9 de outubro de 2010

Palácio Boa Vista - SP.

O Acervo Artístico-Cultural dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo tem a missão de documentar, preservar e divulgar aproximadamente 3.500 obras de arte de grande importância histórica e artística, que fazem parte do patrimônio do Estado.
Tais obras estão instaladas em espaços repletos de história, como o Palácio dos Bandeirantes e o Palácio do Horto, em São Paulo, e o Palácio Boa Vista, em Campos do Jordão.
Residência de verão do Governador do Estado de São Paulo, além do mobiliário antigo, abriga um Museu com obras de artistas nacionais e estrangeiros. Uma aula de História do Brasil, ao vivo.
Construída para servir como casa de veraneio do Governador do Estado, é aberta para visitação em determinadas épocas do ano. A construção do Palácio Boa Vista teve início em 1938, mas só foi concluída em 1964. Três anos depois, o então Governador do Estado de São Paulo, Abreu Sodré, resolveu abrir as portas do Palácio para o público, dando maior utilidade à residência oficial de "veraneio" do governo do Estado. No dia 12 de abril de 1970, o Governador Abreu Sodré em cerimônia solene, declarou o Palácio Boa Vista como "Monumento Público do Estado de São Paulo" e abriu suas portas para a visitação, nos moldes dos castelos e palácios europeus.
Endereço: Avenida Adhemar de Barros, 3.001 - Alto da Boa Vista. Campos do Jordão - SP.
Horário de Visita: de 4ª a domingo das 10h às 12h - 14h às 17h.

Pinacoteca - SP,

O prédio ocupado pela Pinacoteca do Estado foi projetado por Ramos de Azevedo em 1897
Construído em 1914, o edifício atualmente ocupado pela Estação Pinacoteca foi concebido para abrigar armazéns e escritórios da Estrada de Ferro Sorocabana que, com seus 108 quilômetros de extensão, interligava São Paulo a Sorocaba. Com a conclusão, em 1938, de novas instalações da companhia ferroviária, o edifício, projetado pelo arquiteto Ramos de Azevedo, foi colocado à disposição do Estado. Após reformas, o edifício passa, em 1939, a abrigar o Departamento Estadual de Ordem Política e Social (Deops) de São Paulo, órgão de repressão política que teve o ápice de suas atividades durante o regime militar (1964-1985). Após o fim do regime e a extinção do órgão, o edifício passa a abrigar a Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon), até 1997, quando seu controle é transferido para a Secretaria de Estado da Cultura. Por sua importância histórica e arquitetônica, o prédio é tombado como um bem cultural, em 1999, pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat).
Atualmente, o edifício está reformado e apresenta salões amplos e de condições museológicas de excelência. O projeto de reestruturação, de autoria do arquiteto Haron Cohen, foi implementado entre 1997 e 2002. Em janeiro de 2004, foi inaugurada a Estação Pinacoteca, o novo espaço da Pinacoteca do Estado. Totalmente restaurado e dotado das melhores condições técnicas, o prédio, de cinco andares e com cerca de 8 mil m² de área, renasce com uma nova proposta de utilização, voltada para o aprimoramento da vida cultural da cidade. Com diversos espaços expositivos e reserva técnica, a Estação Pinacoteca abriga parte do extenso programa de exposições temporárias da Pinacoteca do Estado. A Estação Pinacoteca também abriga um Centro de Documentação e Memória, que tem como objetivo a constituição, preservação e pesquisa de um acervo documental sobre a história da Instituição, e a Biblioteca Walter Wey – centro de pesquisa especializado em artes visuais. O espaço conta, também, com o Auditório Vitae e instalações para atividades culturais e educativas, além de sediar convênios com outras instituições artísticas, como a Fundação José e Paulina Nemirovsky, detentora uma das mais notáveis coleções de arte modernista brasileira.
LEIA E SAIBA MAIS EM: (F) http://www.pinacoteca.org.br/

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