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sábado, 9 de outubro de 2010

Palácio Boa Vista - SP.

O Acervo Artístico-Cultural dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo tem a missão de documentar, preservar e divulgar aproximadamente 3.500 obras de arte de grande importância histórica e artística, que fazem parte do patrimônio do Estado.
Tais obras estão instaladas em espaços repletos de história, como o Palácio dos Bandeirantes e o Palácio do Horto, em São Paulo, e o Palácio Boa Vista, em Campos do Jordão.
Residência de verão do Governador do Estado de São Paulo, além do mobiliário antigo, abriga um Museu com obras de artistas nacionais e estrangeiros. Uma aula de História do Brasil, ao vivo.
Construída para servir como casa de veraneio do Governador do Estado, é aberta para visitação em determinadas épocas do ano. A construção do Palácio Boa Vista teve início em 1938, mas só foi concluída em 1964. Três anos depois, o então Governador do Estado de São Paulo, Abreu Sodré, resolveu abrir as portas do Palácio para o público, dando maior utilidade à residência oficial de "veraneio" do governo do Estado. No dia 12 de abril de 1970, o Governador Abreu Sodré em cerimônia solene, declarou o Palácio Boa Vista como "Monumento Público do Estado de São Paulo" e abriu suas portas para a visitação, nos moldes dos castelos e palácios europeus.
Endereço: Avenida Adhemar de Barros, 3.001 - Alto da Boa Vista. Campos do Jordão - SP.
Horário de Visita: de 4ª a domingo das 10h às 12h - 14h às 17h.

Pinacoteca - SP,

O prédio ocupado pela Pinacoteca do Estado foi projetado por Ramos de Azevedo em 1897
Construído em 1914, o edifício atualmente ocupado pela Estação Pinacoteca foi concebido para abrigar armazéns e escritórios da Estrada de Ferro Sorocabana que, com seus 108 quilômetros de extensão, interligava São Paulo a Sorocaba. Com a conclusão, em 1938, de novas instalações da companhia ferroviária, o edifício, projetado pelo arquiteto Ramos de Azevedo, foi colocado à disposição do Estado. Após reformas, o edifício passa, em 1939, a abrigar o Departamento Estadual de Ordem Política e Social (Deops) de São Paulo, órgão de repressão política que teve o ápice de suas atividades durante o regime militar (1964-1985). Após o fim do regime e a extinção do órgão, o edifício passa a abrigar a Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon), até 1997, quando seu controle é transferido para a Secretaria de Estado da Cultura. Por sua importância histórica e arquitetônica, o prédio é tombado como um bem cultural, em 1999, pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat).
Atualmente, o edifício está reformado e apresenta salões amplos e de condições museológicas de excelência. O projeto de reestruturação, de autoria do arquiteto Haron Cohen, foi implementado entre 1997 e 2002. Em janeiro de 2004, foi inaugurada a Estação Pinacoteca, o novo espaço da Pinacoteca do Estado. Totalmente restaurado e dotado das melhores condições técnicas, o prédio, de cinco andares e com cerca de 8 mil m² de área, renasce com uma nova proposta de utilização, voltada para o aprimoramento da vida cultural da cidade. Com diversos espaços expositivos e reserva técnica, a Estação Pinacoteca abriga parte do extenso programa de exposições temporárias da Pinacoteca do Estado. A Estação Pinacoteca também abriga um Centro de Documentação e Memória, que tem como objetivo a constituição, preservação e pesquisa de um acervo documental sobre a história da Instituição, e a Biblioteca Walter Wey – centro de pesquisa especializado em artes visuais. O espaço conta, também, com o Auditório Vitae e instalações para atividades culturais e educativas, além de sediar convênios com outras instituições artísticas, como a Fundação José e Paulina Nemirovsky, detentora uma das mais notáveis coleções de arte modernista brasileira.
LEIA E SAIBA MAIS EM: (F) http://www.pinacoteca.org.br/

domingo, 19 de setembro de 2010

ESTAÇÃO ARTE

ESTAÇÃO PARANÁ - CASA DA MEMÓRIA
Foi inaugurado no dia 02 de março de 1894. Com o crescimento da ferrovia foi necessário construir o barracão que fica ao lado da Estação. Em 1910, este barracão foi reformado, passando a ser de alvenaria, depois de sofrer um incêndio
Em 1906 foi construído o terceiro prédio, a Estação Saudade. Então, a Estação Paraná passou a abrigar a parte administrativa da Rede no seu primeiro piso, enquanto no andar superior morava o Diretor da Rede. Em 30 de maio de 1990, todo o conjunto foi tombado pelo Patrimônio Histórico. Em 7 de setembro de 1995, foi inaugurada a Casa da Memória, que abriga exposições de temas históricos ou relacionados a datas comemorativas.
ESTAÇÃO ARTE
Com a construção da 1ª Estação Ferroviária de Ponta Grossa, a Estação Paraná que em primeiro momento servia para embarque e desembarque se passageiros e cargas, e com a ascensão do comércio da região, tornou-se inviável a permanência de cargas na Estação Paraná. Construído em madeira, por volta de 1896 o "Armazém da Estrada de Ferro do Paraná".
Esse armazém funcionou até a década de 70, quando foi desativado, transferido suas atividades para o bairro de Uvaranas. Em 1990, foi tombado pelo Estado. Atualmente desenvolve projetos ligados a área de Artes Plásticas, como cursos, oficinas e exposições.
ESTAÇÃO SAUDADE
O Segundo edifício da Estação de Passageiros, situado a Praça João Pessoa, foi construído entre 1899 e 1900. Foi considerado como Estação de primeira Classe, com características arquitetônicas do ecletismo. Era o 3º sobrado que a cidade passava a ter. Possui grande diversificação nos elementos decorativos. Integra o conjunto da rede tombado pelo Patrimônio Histórico do Paraná.
Biblioteca Pública Municipal Bruno Enei completou 65 anos
f; PMP - SEC

Centro de Cultura Cidade de Ponta Grossa

O Centro de Cultura Cidade de Ponta Grossa é um espaço cultural para exposições e produções artísticas, na cidade de Ponta Grossa, no estado do Paraná, Brasil. O centro foi criado em 28 de agosto de 1986 e inaugurado em 15 de setembro de 1988.
O "Centro de Cultura é um espaço destinado as manifestações" culturais, possuindo um auditório de 176 lugares - nomeada Sala Avelino Vieira e hoje utilizada como auditório da TV Educativa de Ponta Grossa e uma galeria de arte para exposições – a Galeria João Pilarski. Ao seu redor, o centro ainda conta com uma praça que pode ser usadas para eventos.
Desde de outubro de 2007, também está instalado no prédio a Pinacoteca Cidade de Ponta Grossa. A pinacoteca conta com obras do acervo da Secretaria Municipal de Cultura, somadas às obras reunidas pela artista plástica Margareth Giostri em seu projeto ‘Ponta Grossa: Onde o passado e o presente estão presentes’. O objetivo da Prefeitura de Ponta Grossa é construir, sem data definida, uma sede própria para a Pinacoteca.
O prédio
O prédio, antiga residência de Amando Cypriano da Cunha, construído por volta de 1907, abrigou o então Ginásio Regente Feijó - primeiro da cidade - desde 1927. Depois passou para o funcionamento do Instituto de Educação César Prieto Martinez até 1984.
A prefeitura de Ponta Grossa solicitou doação do imóvel do Governo Estadual e num processo de recuperação e restabeleceu as características da época em que foi construído.

MUSEU DE GEOLOGIA E PALEONTOLOGIA - VILA VELHA - Ponta Grossa


casa da praça/Castro Pr.

O museu casa da praça com agenda Cultural mensal vem apresentando uma boa agenda de artes visuais todo o ano de 2010 com participação de artistas das mais variadas cidades brasileira.
Castro é um município brasileiro do estado do Paraná. Às margens do Rio Iapó, a cidade tem um excelente potencial turístico devido ao relevo privilegiado (Canyon Guartelá e às belezas próprias da região dos Campos Gerais).
Castro é a primeira cidade verdadeiramente paranaense, a fundação do município ocorreu em 1778.Castro é conhecida também, como "Cidade Mãe", porque foi a primeira cidade fundada no estado do Paraná, quando este emancipou-se de São Paulo.
Foi caminho obrigatório para os Tropeiros que iam de Viamão até Sorocaba, tendo forte origem no tropeirismo. Possui o primeiro Museu do Tropeiro do Brasil, fundado na gestão do Prefeito Dr. Lauro Lopes.
É banhada pelas águas calmas do Rio Iapó (rio que alaga na língua tupi-guarani). Tais águas criaram uma lenda popular que mesmo nos dias atuais ainda é usada: de que quem beber da água do Rio Iapó sempre acabará por retornar à cidade.
Castro também já foi conhecida por muitos por "sapolândia" por sua grande concentração de sapos em outros tempos.
Típica cidade interiorana, onde o povo ainda mantém algumas tradições.
Até o século XVIII toda a região que abriga hoje os Campos Gerais era habitada por índios tupis e gês. Por causa da abundância das pastagens, a região e, em especial o território em que se localiza a cidade de Castro, tornou-se caminho dos tropeiros que iam do Sul (Rio Grande do Sul) para São Paulo (Sorocaba) com suas tropas.
Através do regime de sesmarias, a Coroa Portuguesa queria colonizar várias extensões de terras e por isso doava lotes a famílias que pretendessem se fixar nelas. O primeiro pedido da região foi feito pelo capitão-mor Pedro Taques de Almeida e sua família em 19 de março de 1704. Nessas terras iniciou-se a construção de uma capelinha, hoje atual Igreja Matriz Senhora Sant’Ana.
Pela cidade de Castro passa o rio Iapó – conhecido pelos índios como Igapó ou rio que alaga.
Esta característica de transbordar com facilidade obrigava os tropeiros a pernoitarem nas margens, transformando o local num pouso costumeiro das tropas. O movimento dos animais pelas margens do rio Iapó era crescente, pois com a construção da capelinha mais moradores foram se fixando no pouso. Este, em 05 de março de 1774, foi elevado à categoria de Freguesia de Sant'Ana do Iapó. A Freguesia foi elevada à Vila Nova de Castro em 20 de janeiro de 1789.
Depois da instalação da Comarca de Castro em 1854, a Vila foi elevada à categoria de cidade em 21 de janeiro de 1857, sendo considerada a primeira cidade instituída na Província do Paraná.
Castro teve fundamental importância na colonização dos Campos Gerais, região desenvolvida durante a atividade econômica do tropeirismo. Esse grande valor histórico é retratado através do centro histórico pela sua bela arquitetura do século XVIII e XIX, o grande arquivo documental e as peças expostas no museu e casas de exposições artísticas.
O Município também soube receber muito bem os imigrantes que vieram motivados pelas terras férteis e em busca de uma melhor qualidade de vida. É grande a diversidade cultural das etnias que formaram a população castrense. Hoje esta diversidade pode ser vista através das duas colônias, Castrolanda (holandesa) e Terra Nova (alemã)

Museu do Tropeiro

O Museu do Tropeiro foi criado em 1/12/1976, sendo inaugurado em 21/1/77, na gestão do Prefeito Lauro Lopes, a quem Castro deve o seu museu.
O eminente patrono do Museu do Tropeiro, professor Newton Carneiro, ao entrar pela primeira vez na casa que hoje abriga o museu, ficou tão entusiasmado com a autenticidade do estilo arquitetônico do prédio que, desde então, envidou todos os esforços para que algo de muito importante fosse, ali instalado. E o museu ganhou um amigo admirável.
Em todos os momentos, deu seu apoio integral na organização, na classificação das peças, na contribuição de objetos, na escolha mais acertada dos painéis, enfim, foi a alma na constituição deste museu.
No processo de adequação à realidade do mundo contemporâneo é necessário que o museu desenvolva uma reflexão sobre a sua própria história, que construa uma memória, não como era, repetição ou conservação do passado, mas a que se coloca a serviço da transformação e emancipação. 
Talvez caiba a alguns museus, como sugere Maria Cecília França Lourenço, recuperar seu vigor inicial e os sentidos e valores que se agregaram na sua formação, encontrando soluções de equilíbrio entre a tradição e as demandas do mundo atual. 
Talvez em pequenos museus, localizados em cidades do interior do país, dedicados à memória local, de grupos determinados ou indivíduos, se possa estar cumprindo a missão ou utopia de firmar o compromisso da instituição museológica com a ampliação da cidadania, entendida não somente como direitos reconhecidos pelo Estado, mas também como “práticas sociais e culturais que dão sentido de pertencimento e fazem com que se sintam diferentes os que possuem uma mesma língua, formas semelhantes de organização e de satisfação das necessidades”. (Trecho do Caderno de Diretrizes Museológicas)
Por que “Museu do Tropeiro”?
A Placa de Inauguração justifica a razão da denominação: “Castro surgiu graças ao tropeirismo. Este Museu visa homenagear essa fase decisiva da evolução brasileira para a qual o antigo Pouso do Iapó contribuiu de forma tão decisiva.”
Inauguração
Ainda da placa de inauguração: “Museu inaugurado a 21/01/77, na gestão do Prefeito Lauro Lopes e Vice-Prefeito Nelson E. Meyer, sendo Governador do Estado o Exmo. Sr. Jaime Canet Junior, Secretário da Educação Francisco Borsari Neto e Presidente da Câmara, Antonio Ramin Silveira. Contribuíram para sua instalação o Arquiteto Sérgio Todeschini, Professor Newton Carneiro e o museólogo Alfredo Rusins.
Museu do Tropeiro, testemunho de uma época
O Museu do Tropeiro foi oficializado pelas leis 13/75 e 71/76. A cultura faz a eternidade de um povo. O Museu é o espelho da cultura de um povo:
- Uma casa de 200 anos.
- Um acervo de 300 anos.
A Casa
A casa foi construída no século XVIII, de propriedade da família Carneiro Lobo. Casa de estuque, de fiel estilo. Pertenceu ao Padre Damaso, que a comprou de Francisco de Deos Martins e sua esposa Victoriana Alves da Nunciação.


Horário de visitação; De terça-feira a domingo
Das 9 às 11h30 e Das 14 às 16h30
O Museu do Tropeiro disponibiliza algumas obras com tema 'tropeirismo' e sobre a cidade de Castro. Você pode adquirir qualquer exemplar no próprio museu, ou encomendar por e-mail, confira: VISITANDO O SITE DO MUSEU http://www.castro.pr.gov.br/museudotropeiro/

Ecomuseu

O Ecomuseu de Foz do Iguaçu faz parte do Complexo Turístico da Itaipu, juntamente com o Canal da Piracema, o Refúgio Biológico e o Polo Astronômico Casimiro Montenegro Filho.
Reestruturado em 2002, esse museu mostra a trajetória da maior geradora de energia do mundo: a Itaipu Binacional. Mostra também os impactos causados na natureza, desde a construção até atualmente. O Ecomuseu representa o elo entre o meio ambiente e a obra construída pelo homem, a Itaipu Binacional.
Esse museu de Foz do Iguaçu é interativo, por isso é tão diferente dos outros, seu objetivo principal é ser observatório para o futuro. É formado de peças antigas doadas pelos iguaçuenses, recursos interativos (totens eletrônicos e maquetes) e informatizados mostrando como ocorreu a ocupação na região de Foz do Iguaçu.
Há também amostras arqueológicas de povos pré-históricos, paleontológicas, projetos de preservação ambiental, exposições permanentes de artistas e o que mais chama a atenção de quem vai ao Ecomuseu de Foz do Iguaçu é a réplica de uma unidade geradora de energia em funcionamento.

O Museu de Arte de Londrina

O Museu de Arte de Londrina é um dos poucos do interior do País. Possui um acervo riquíssimo, contando com obras de artistas famosos. Trazer a arte para perto do público é uma das principais propostas do Museu, que agora pode também ser visitado através da internet. Navegue por nossas páginas e sinta um pouco da arte de Londrina!
O Museu de Arte de Londrina, orgão filiado à Secretaria Municipal de Cultura, foi criado pelo decreto nº 172 em 12/05/1993, data de sua inauguração. Naquela ocasião foram expostos a escultura "A Eterna Primavera", de Auguste Rodin, quadros de Menotti Del Pichia e Vitor Brecheret, além de uma instalação de Yiftah Peled.
Construído em l952 pelo arquiteto João Batista Vilanova Artigas, o prédio foi utilizado como terminal rodoviário até 1988, quando passou por uma ampla reforma.
Tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico em 08/09/1974 (Tombo Histórico nº 52 - Proc. nº 53/74), ainda conserva características de sua utilização originária, tal como a antiga plataforma de embarque, encoberta por arcos interligados. Notoriamente, o prédio foi tombado como primeira construção em estilo moderno do Paraná.
Localizado no centro de Londrina, à Rua Sergipe nº 640, o edifício ocupa uma área total de 1.044,70 m². Sob o ponto de vista arquitetônico, o prédio se compõe de dois elementos: uma construção na qual se destacam dois pavimentos (mais o subsolo) interligados por rampas e a antiga plataforma de embarque, encimada por uma cobertura de arcos rampantes.
Atualmente o edifício está cercado por grades ao longo de todo o perímetro e sua vitragem recebe uma película de proteção solar, de modo a abrigar com segurança obras de arte que eventualmente venham a ser expostas.
Constituem objetivos primordiais do Museu a difusão da cultura e do conhecimento à comunidade londrinense, especialmente no que se refere ao setor artístico, bem como a conservação do patrimônio histórico e cultural.
Através de atividades diferenciadas, tais como exposições inéditas produzidas por artistas de renome e do acervo permanente, cursos e seminários ministrados por especialistas, enfim toda forma de atividade que vise fomentar o desenvolvimento do setor artístico e cultural, pretende-se promover e estimular o despertar de novos talentos e o intercâmbio entre artistas plásticos regionais e aqueles pertencentes a outras localidades.
Tambem constitui objetivo do museu oferecer à comunidade londrinense um espaço público, bem como dirigido ao lazer e à reflexão promovidos pela difusão da arte, da cultura e da educação.
Rua Sergipe, 640 (esquina com Av. Rio de Janeiro)
Centro - Londrina - Paraná



http://www.londrina.pr.gov.br/museudearte/

CENTRO CULTURAL GILBERTO MAYER

Ocupa uma área construída de 1.100 m², que abriga o Museu Histórico Celso Formighieri Sperança, sendo integrado ainda por um anfiteatro com 400 lugares; pelo espaço cultural Tito Muffato, situado no hall de entrada; por um espaço para exposições temporárias denominado Guido Viaro; pela sala de danças Ana Botafogo e ainda pela sala Fany Solter e outros espaços ocupados pelas coordenadorias que realizam o trabalho técnico e de apoio da Secretaria Municipal de Cultura.
Ocupa uma área construída de 1.100 m², que abriga o Museu Histórico Celso Formighieri Sperança, um teatro com 352 lugares, o espaço cultural Tito Muffato – situado no hall de entrada - , um espaço para exposições temporárias denominado Guido Viaro e as salas Ana Botafogo e Fany Solter. Informações através do telefone (45) 3225-2536. Encontra-se na Rua Duque de Caxias, 379.

MUSEU HISTÓRICO CELSO FORMIGHIERI SPERANÇA
O Museu, inaugurado em 26 de setembro de 1976 e revitalizado em 02 de abril de 1996, objetiva preservar e resgatar a memória e o patrimônio histórico regional com material etnográfico e histórico, ligado à origem da região. Com exposições permanentes sobre a evolução urbana do município, personalidades, objetos do ciclo ervateiro e madeireiro; Expõe também acervo sobre o tropeirismo e agricultura.  
PAÇO DAS ARTES
Projetado pelo arquiteto Nilson Gomes Vieira, o prédio abrigou até 1993 a Prefeitura Municipal. Sofreu restauração e foi transformado em espaço cultural e artístico onde funcionam: a Biblioteca Pública informatizada e com acesso à internet, tendo ainda em seu acervo fonoteca e videoteca; e o Centro de Documentação com centenas de objetos registrados, equipamentos, fotografias históricas e mais de 50.000 imagens entre fotos, negativos, slides, filmes e fitas de vídeo.
Museu de Arte
Trata-se de um centro de artes visuais para exposições temporárias tanto coletivas como individuais de artistas dos países que integram o Mercosul Cultural. Há também mostra de arte indígena do Brasil e cerâmica popular do Paraguai. Localiza-se na Rua Mato Grosso, 2700.
História de Cascavel


A cidade destaca-se como pólo universitário, com mais de 21 mil estudantes de ensino superior em sete instituições de ensino. É também referência na medicina e na prestação de serviços. Seu comércio e grande infra-estrutura industrial e de serviços demonstram toda a grandiosidade tecnológica da cidade.
As forças que tornaram Cascavel um pólo regional também estão ligadas ao agronegócio, desde a presença de culturas agroindustriais, passando pela comercialização, até o desenvolvimento da oferta de serviços cada vez mais especializados. Somente no setor de avicultura, um dos mais expressivos da região, mais de 2 milhões de aves são abatidas diariamente.
A cidade é também pólo cultural de expressão mundial, sediando eventos anuais como os festivais de música, dança, teatro, cinema e Mostra Cascavelense de Artes Plásticas.
Cascavel mantém espaços culturais que propiciam e estimulam o saber, preservando assim a cultura de sua gente. Os espaços Museu de Arte de Cascavel (MAC), Museu da Imagem e do Som (MIS), Museu Histórico de Cascavel Celso Sperança, Espaço Cultural Igreja do Lago e a Biblioteca Pública Sandálio dos Santos demonstram o poder e a sabedoria do povo cascavelense em edificar e realizar um futuro glorioso.
Com aproximadamente 300 mil habitantes, Cascavel consolidou a posição econômico regional e epicentro do Mercosul. Destaca-se como pólo universitário, além de ser referência na medicina, na prestação de serviços e no agronegócio.
O povoamento do município teve início em março de 1928, quando José Silvério de Oliveira, conhecido como Nhô Jeca, arrendou terras do colono José Elias, o primeiro habitante do povoado denominado Encruzilhada, que mais tarde, provavelmente em 1936, passou a ser chamado de Aparecida dos Portos pertencente a Foz do Iguaçu. Milhares de colonos sulistas migraram para o local quando o ciclo da erva-mate já estava extinto, dedicando-se ao corte da madeira, substituindo árvores por grandes lavouras de cereais e a criação de suínos. Em 1938, já com a denominação de Cascavel, elevou-se a Distrito. A lenda conta, que o nome Cascavel, surgiu por causa de um grupo de colonos que quando ali pernoitavam, foram acordados pelo ruído de um ninho de cobras cascavel. A notícia se espalhou e o local ficou conhecido como simplesmente Cascavel. Em 14 de dezembro de 1952 Cascavel torna-se Município, no auge do ciclo da madeira e das empresas colonizadoras. Hoje é a Capital do Oeste, um dos maiores pólos econômicos do Paraná,




Estação da Luz Campo Mourão PR.



Uma das mais modernas instalações culturais do município, localiza-se na praça Getúlio Vargas, área central de Campo Mourão. Atualmente abriga o acervo da Biblioteca Pública Municipal Professor Egydio Martello e é a sede da Academia Mourãoense de Letras. Oferece espaço para cursos e exposições de arte, abertos gratuitamente.
Campo Mourão é um município brasileiro do estado do Paraná. Sua população estimada em 2009 era de 90.460 habitantes. As pessoas oriundas de Campo Mourão são denominadas mourãoenses.


Campo Mourão, devido a sua condição de um dos principais entroncamentos rodoviários do país, recebe um grande fluxo de veículos, principalmente aqueles que tem como destino Foz do Iguaçu, principal ponto turístico do estado e cidade fronteiriça com a Argentina e o Paraguai.Cruzam o município as seguintes rodovias:
BR 487 - Campo Mourão/Cruzeiro do Oeste (Boiadeira)/Guarapuava/Curitiba
BR 158 - Campo Mourão/Peabiru - Campo Mourão/Roncador
PR 317 - Campo Mourão/Maringá
BR 369 - Campo Mourão/Cascavel
BR 272 - Campo Mourão/Goioerê - Campo Mourão/Barbosa Ferraz

    Museu Histórico de Campo Largo/Curitiba

    Arquitetura e História
    A implantação do Museu surgiu devido ao crescimento demográfico do município, e por ainda não haver um local apropriado e específico relacionado à história cultural do mesmo. Por isso, conversando com pessoas da comunidade, e percebendo que algumas famílias tradicionais e moradoras da cidade possuem ainda em suas residências muitos objetos de grande valor histórico, os quais gostariam de vê-los expostos, e também, da necessidade que as pessoas têm em comentar sobre fatos importantes que marcaram profundamente a cultura do município, foi despertado o interesse em preservar a memória do município através da criação de um Museu Histórico na cidade.

    O prédio onde hoje se encontra o Museu, existe desde 1911, e é considerado patrimônio histórico municipal. A edificação é composta por diversas repartições e em quase todas as salas, com exceção de duas, os espaços são ornados com objetos emprestados, doados ou adquiridos pelas pessoas, e que estão expostos em um acervo cultural de fácil acesso à comunidade. As duas salas acima citadas encontram-se disponíveis para a realização de exposições e mostras periódicas, as quais abrem oportunidades para que os artistas locais e também de outras localidades, possam divulgar e apresentar seus trabalhos ao público, proporcionando aos visitantes, o conhecimento e a valorização da cultura de um povo, transformando-os em indivíduos mais críticos e sensíveis mediante a apreciação de um fato histórico ou artístico.
    Endereço Praça Getúlio Vargas, 2422  Centro Campo Largo – Paraná - Brasil 
    CEP. 83.621-025 
    A cidade de Campo Largo está localizada na Região Metropolitana de Curitiba
    Horário de funcionamento Segunda-feira – expediente interno - Terça a Sexta-feira.
    Manhã - 8h às 11h e 30 min. - Tarde - 13h às 17h.
    Sábados, Domingos e Feriados. - Manhã – 9 h às 11h 30 min. - Tarde – 13h e 30 min. às 17h 

    http://www.educacaocampolargo.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=10

    Fundação Cultural de Curitiba

    Criada no dia 5 de janeiro de 1973, a Fundação Cultural nasceu do processo de transformações urbanas vividas por Curitiba nas décadas de 1960 e 70. Junto a uma série de ações de planejamento, nasceu também uma política de preservação da cultura e da história da cidade. A definição do Setor Histórico, a criação do Centro de Criatividade e a inauguração do Teatro Paiol, no início dos anos 70, foram marcos que contribuíram para desencadear o processo de renovação cultural e configurar uma instituição para cuidar especialmente da política cultural do município.
    Ao longo dos anos, a Fundação Cultural se transformou num dos maiores agentes culturais de Curitiba, tendo como principais objetivos promover a cultura e atuar como agente facilitador para a produção cultural da cidade, e estimular a cultura como fator de desenvolvimento e inclusão social. Ao mesmo tempo, atua no campo da sensibilização, agindo diretamente na formação dos indivíduos e fazendo da arte uma rica fonte de educação e aprendizagem.
    Fundação Cultural de Curitiba, é um órgão municipal vinculado a Secretaria de Cultura de Curitiba, responsável pela organização e apoio a todas as manifestações culturais da capital paranaense.
    É também a atual responsável pela organização do Carnaval de Curitiba, como o desfile das escolas de samba e dos blocos.
    Criada no dia 5 de janeiro de 1973, a Fundação Cultural de Curitiba - FCC se transformou, ao longo dos anos, num dos maiores agentes culturais da capital paranaense. Responsável pela Política Pública Cultural no âmbito do município, a FCC tem como missão promover a cultura e atuar como agente facilitador para a produção cultural da cidade. Assim, a FCC, procura elaborar sua política cultural como um fator de desenvolvimento social, educativo e econômico, buscando programar suas ações e eventos de forma a ser um espaço aberto para ampla participação social.
    Com um trabalho que envolve todas as áreas, além de administrar e programar mais de 40 espaços culturais, a Fundação também gerencia o Programa de Apoio e Incentivo à Cultura - PAIC, que leva oficinas e espetáculos artísticos para os 75 bairros da cidade, por meio dos editais da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Fundo Municipal e Mecenato Subsidiado.
    A Fundação Cultural tem participação direta em cerca de 1.700 eventos, com mais de 1 milhão de atendimentos a cada ano, promovendo a ampla participação dos habitantes na vida artística e cultural da cidade.

    sábado, 18 de setembro de 2010

    Museu de Artes e Ofícios

    O Museu de Artes e Ofícios – MAO – é um espaço cultural que abriga e difunde um acervo representativo do universo do trabalho, das artes e dos ofícios do Brasil. Um lugar de encontro do trabalhador consigo mesmo, com sua história e com o seu tempo. Iniciativa do Instituto Cultural Flávio Gutierrez – ICFG, em parceria com o Ministério da Cultura e a CBTU, Companhia Brasileira de Trens Urbanos, o MAO preserva objetos, instrumentos e utensílios de trabalho do período pré-industrial brasileiro.
    Criado a partir da doação ao patrimônio público de mais de duas mil peças pela colecionadora e empreendedora cultural Angela Gutierrez, o MAO revela a riqueza da produção popular, os fazeres, os ofícios e as artes que deram origem a algumas das profissões contemporâneas.
    O MAO está instalado na Estação Central de Belo Horizonte, por onde transitam milhares de pessoas diariamente. É assim, um espaço coerente com a natureza da coleção, bem próximo ao trabalhador. Para abrigar o Museu foram restaurados dois prédios antigos , de rara beleza arquitetônica, tombados pelo patrimônio público. A sua implantação incluiu ainda a recuperação, pela Prefeitura de Belo Horizonte, da Praça da Estação, marco inaugural da cidade, que, cada vez mais, se consolida como espaço destinado a eventos e manifestações culturais.

    O Museu de Artes e Ofícios é um museu brasileiro localizado na cidade de Belo Horizonte. Inaugurado em 14 de dezembro de 2005, é o primeiro empreendimento museológico brasileiro dedicado integralmente ao tema do trabalho, das artes e ofícios no país. Com 9.000 m² de área, o museu está instalado no conjunto histórico da antiga Estação Central da rede ferroviária, na Praça Rui Barbosa, mais conhecida como "Praça da Estação". No mesmo local funcionam ainda hoje uma estação de metrô e um ramal ferroviário. É um dos museus mas bem estruturados do Brasil em termos de organização, estrutura para as exposições, e uso de recursos audiovisuais
    O museu é uma iniciativa do Instituto Cultural Flávio Gutierrez - ICFG e foi desenvolvido a partir da doação ao patrimônio público de uma coleção de mais de 2.400 peças, dos séculos XVIII ao XX, pela empreendedora cultural Angela Gutierrez, que também atuou na formação do Museu do Oratório, em Ouro Preto. A coleção mostra a riqueza da produção popular na era pré-industrial: os fazeres, artes e ofícios que deram origem às profissões contemporâneas. Ao percorrê-la, com o suporte de recursos museográficos e de ações educativas, o visitante poderá ver um amplo painel da história e das relações sociais do trabalho no Brasil, nos últimos três séculos.

    MUDI Maringá Paraná

    O Museu Dinâmico Interdisciplinar (MUDI) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) resultou do amadurecimento do Projeto de Extensão, Centro Interdisciplinar de Ciências (CIC), desenvolvido na UEM desde 1985, tendo como principal diretriz à integração da universidade com o ensino fundamental e médio e comunidade em geral. Os projetos de extensão relacionados ao Museu Dinâmico Interdisciplinar colaboram para formar profissionais comprometidos com as questões sociais, pois os monitores e professores do museu estão empenhados em encurtar o caminho a ser percorrido entre a produção do conhecimento e a sua popularização. Um grande trabalho de educação informal vem sendo desenvolvido com atendimento por meio de visitas, palestras, cursos, programa de rádio, espetáculos teatrais, musicais e eventos, realizados na Universidade Estadual de Maringá, ou em outros locais como parte das ações itinerantes do museu.

    Hall de entrada: ao fundo laboratório de extensão e pesquisa em reprodução de orquídeas
    e bromélias; jardim didático de orquídeas e bromélias; giroscópio humano e caleidoglobo.
    Os acervos e experimentos do museu possuem importantes utilizações, dentre elas: conscientização sobre os malefícios do tabaco para a saúde humana e para o meio ambiente; prevenção do uso abusivo de bebidas alcoólicas; prevenção de câncer de mama, gravidez precoce, DSTs e AIDS; reflexões sobre a violência urbana; produção de mudas de orquídeas e bromélias a partir de sementes, demonstrando que é possível utilizar-se destas plantas para comercialização e fonte de renda sem praticar o extrativismo vegetal que ameaça o patrimônio genético e a biodiversidade; conscientização sobre o uso, necessidade, cultivo e possibilidades econômicas das plantas medicinais; utilização de métodos alternativos para o aprendizado sobre os fenômenos químicos e físicos presentes no nosso cotidiano; utilização da arte para o ensino de ciências e para a formação cidadã numa perspectiva de união de lazer e aprendizado, entre muitas outras ações desenvolvidas. Atualmente, por meio do projeto Dramatizando a Cidadania, o MUDI, em parceria com o Núcleo Regional de Educação, Diretoria de Cultura da UEM, Receita Federal, Receita Estadual e SER-Sociedade Eticamente Responsável, disponibiliza para a comunidade três espetáculos: "O Auto da Barca do Fisco", "Uma Nota Maestro" e "A Farsa do Fiscal que se Casou com a Trambiqueira".

    Museu de ciência e tecnologia de Londrina Pr.

    O Museu de Ciência e Tecnologia de Londrina (MCTL) é um projeto de divulgação científica, cuja implantação foi realizada mediante convênio firmado entre Vitae, Universidade Estadual de Londrina e Itedes, em 15 de dezembro de 2003. Sob coordenação do Prof. Dr. Sérgio Mello de Arruda, o MCTL foi inaugurado em 2005 e logo foi incluído no "Guia de Centros e Museus de Ciência" da Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência (ABCMC). Por dois anos consecutivos, o museu é a instituição, do estado do Paraná, com o maior número de eventos realizados durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, promovida pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).
    O museu foi submetido à aprovação no Conselho Estadual de Pesquisa e Extensão (CEPE) e aprovado como projeto de extensão na Pró-Reitoria de Extensão da UEL (PROEX). Entre 2003 e 2006, o MCTL também recebeu recursos de outros órgãos como CNPq, Milênia Agro-Ciências, MEC/SESU, além da contrapartida da UEL e da Prefeitura Municipal de Londrina. O total de recursos mobilizados para a estruturação do MCT, até o momento, é da ordem de R$ 1.500.000,00.
    Constituído por três setores, o MCTL divide-se em: Centro de Ciências, Observatório e Planetário. Os dois primeiros se situam, um ao lado do outro, no campus da UEL, enquanto o Planetário se localiza na área central de Londrina. Apesar dos setores terem a sua especificidade, o museu como um todo trabalha para que a ciência passe do âmbito da curiosidade para o cotidiano das pessoas que participam de suas atividades programadas.
    Um Planetário clássico é um recurso ótico-mecânico-eletrônico que faz a projeção do céu em uma cúpula abobadada com precisão científica. O Planetário permite a visualização de planetas e estrelas em movimento e simula o céu visível de qualquer ponto sobre a superfície da Terra e em qualquer época do passado e do futuro.
    É um espaço de experiências que reúnem não apenas o conhecimento já adquirido, mas que despertam para o novo e nos colocam frente a frente com o Universo.
    O Planetário de Londrina é um projeto de Extensão da Universidade Estadual de Londrina, coordenado pela Profª. Dra. Rute Helena Trevisan. Ele localiza-se na Rua Benjamin Constant, 800, ao lado do Museu Histórico Padre Carlos Weiss e da Super Creche, centro de Londrina.

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