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terça-feira, 3 de abril de 2012

Evanir Plaszewski e Milton Schaefer

Artistas plásticos que se fizeram presentes com suas obras no Salão de Artes do Museu Naval no Rio de Janeiro, foram premiados.
Leia aqui os detalhes amanhã.
Evanir Plaszewski
Graduada em Direito pelas Faculdades Integradas Ritter dos Reis (atual UniRitter) em 1994, Evanir dedica-se desde 1970 às artes plásticas. Frequentou cursos de aperfeiçoamento sobre técnicas e história da arte em espaços como o Atelier Livre do Centro Municipal de Cultura. Em 2008 e 2009, participou do Circuito Internacional de Arte Brasileira, com mostras na Eslováquia, na Hungria, na Áustria e no Chile. Expôs também em Maringá (PR), Guaíba e na Casa de Cultura Mario Quintana (Porto Alegre).
Graduada em Licenciatura em Artes Visuais - pela ULBRA/RS. Exerce desde 1970 atividades na área de Artes Plásticas, com ênfase em pintura e desenho. É membro da  diretoria da Associação Riograndense de Artes Plásticas Chico Lisboa, Associação
Cristal Florido (Zoravia Bertiol) e Conselho Municipal da Cultura do RS, tem seu nome catalogado na Revista Julio Louzada de Artes Plásticas Brasil. Freqüentou diversos cursos de aperfeiçoamento de técnicas e conhecimentos sobre a História da Arte. Os
últimos cursos, foram realizados dentro do Atelier Livre da Prefeitura Municipal de Porto Alegre/RS. 
Produz seus trabalhos artísticos no Atelier Plano B utilizando-se de técnicas variadas como pintura a óleo, acrílico sobre tela, espatulado, colagem. Além disso, possui graduação em Ciências Jurídicas das Faculdades Integradas do Instituto Ritter dos Reis.
Medalha de destaque III Salão de Arte, Museu Naval, RJ.
CESTA DE UVAS- NATUREZA MORTA
50 X 50 - AST - 2011
Milton Schaefer 
Medalha de destaque III Salão de Arte, Museu Naval, RJ.
Amor-perfeito - OST - 40 x 50 - 2011
Dedico minha vida com toda a intensidade à pintura procurando cumprir a tarefa para a qual fui designado, que é a de peregrinar por entre tintas, pincéis e telas! Meu pincel, por vezes suave, por vezes impetuoso, persegue as vezes, aquilo que para mim é desconhecido, mas sempre no rastro das modernas correntes da pintura e invariavelmente, obediente aos valores internos e as mais profundas orientações do meu ser.
Vejo a arte como um canal de comunicação com o mundo exterior, percebendo também sua importância no processo de desenvolvimento humanístico e, por isso mesmo, eclético e dinâmico na busca do auto conhecimento e suas conexões com a realidade. Entendo que a necessidade interna seja a frase chave na arte de todos os tempos e que a esta necessidade interna corresponde uma necessidade externa que é a de comunicar-se com intensidade.

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