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terça-feira, 14 de setembro de 2010

Memorial da Cidade


Implantado no Largo da Ordem, em pleno centro histórico de Curitiba, o Memorial da Cidade se encaixa plasticamente num miolo de quadra, entre torres, telhados e campanários de edificações do início do século.
Ao projetá-lo, a equipe de Fer-nando Popp e Valéria Bechara procurou o equilíbrio entre o antigo e o contemporâneo, por meio de um de-senho arrojado (em estrutura metálica e vidro laminado) e referências simbólicas à memória da cidade, como o arco vazado, a fachada em alvenaria, o piso de paralelepípedos re-ci-clados e o layout de um "pinheiro" (Araucaria angustifolia). Espécie típi-ca do Paraná, o pinheiro deu origem ao nome da cidade (Kur yt yba = pinheiral, em tupi-guarani.
A partir do diagrama de um "pinheiro", define-se a grande praça coberta, além de três pisos, com salas de exposição, museu, auditório e serviços de apoio, e um terraço panorâmico. A praça, uma área construída de 2 mil m² protegida contra o vento, a chuva e o frio, abriga eventos e concertos.
O sistema construtivo compõe-se, basicamente, do eixo principal (tronco) em concreto, em torno do qual se desenvolvem as vigas metálicas, como se fossem ramificações, em diversos níveis, engastadas no pilar central. A estrutura principal (colunas e vigas) foi executada em aço USI-SAC 50, a partir de perfis soldados fornecidos pela Usiminas. A escolha da estrutura metálica, segundo os arquitetos, atendeu ao desejo de leveza, transparência, rapidez de execução e expressão plástica do projeto.
Os três pisos, diferenciados, com pés-direitos que variam de 5 m a 20 m, se articulam numa seqüência de mezaninos, terraços, pequenos lances de escada, além da escada helicoidal central. Os vãos predominantes, da ordem de 15 m a 17 m, proporcionam áreas livres com enorme flexibilidade espacial. A sobreposição de elementos arquitetônicos com angu-lação irregular permite um jogo virtual de planos e volumes, criando surpresas em itinerários e perspectivas inesperados. Aberturas (ou seteiras) convidam o olhar para fotogramas da cidade.
Inaugurado em 1996, o Memorial da Cidade é um espaço dedicado à memória, às artes e à cultura de Curitiba. O projeto arrojado, do arquiteto Fernando Popp, contrasta com as antigas construções do Setor Histórico, exemplo de que arte não deve ter âncoras.
No Memorial da Cidade o público pode assistir a apresentações cênicas e musicais, ver exposições de arte, assistir a palestras ou participar de cursos sobre arte e cultura.
As instalações do Memorial conta com três salas para exposições, o Teatro Londrina e uma praça ampla que permite realizar eventos. O prédio tem estrutura de aço e concreto, com cobertura de vidros laminados. Possui quatro pavimentos e terraço.
O Memorial da Cidade fica na rua Claudino dos Santos, Centro  Histórico de Curitiba. Visitas de terça a sexta, das 9h às 12h e das 13h às 18h, fins de semana das 9h às 15h. É mantido pela Fundação Cultural de Curitiba.
É um dos mais modernos centros culturais da América Latina. Com altura equivalente a sete andares, edificada dentro dos padrões técnicos mais avançados do mundo com viga metálicas e laterais de vidro transparente. Concebido em 1993, realizado e inaugurado em 1996, pelo prefeito Rafael Greca, com a missão de conservar acervos históricos e para ser espaço cultural de Curitiba e abrigar os elementos fundamentais da vida e da cultura dos paranaenses.
Seus 5 mil metros quadrados de área têm projeto dos arquitetos Fernando Popp e Valéria Bechara, inspirado no pinheiro paranaense.
Erguido entre edificações tradicionais, tem acessos pela Rua do Rosário e Largo da Ordem. Integrado internamente através da Casa Vermelha, o Memorial de Curitiba, é o centro propulsor de identidade, memória e das atividades culturais, no setor histórico da cidade.
As instalações foram planejadas para atividades culturais múltiplas: grandes bienais, mostras exposições, apresentações teatrais, feiras, palestras e concertos. No piso térreo, a monumental Praça do Iguaçu, coberta , tem o chão de paralelepípedos cortados pelo Rio de Pinhões, obra do escultor Elvo Benito Damo e Leonardo da Vinci
Esse espaço dispõe de palco para apresentações de teatro e música e de um auditório fechado, o Teatro Londrina, para 144 pessoas. Uma escada em espiral, em forma de pinheiro, conduz aos pavimentos Paranaguá, Paraná, Brasil e ao terraço Marumbi.
No Memorial, peças históricas, como os dois altares da primeira Matriz de Curitiba e duas imagens de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais de Curitiba, integram o acervo. Esculturas de Zaco Paraná, Poty Lazzarotto, João Turin, Ricardo Tod e outros artistas podem ser apreciadas. A Tocadora de Guitarra, do escultor Victor Brecheret, enriquece a Praça do Iguaçu. O legado do passado, unido às realizações do presente, frutifica em obras de arte, eventos e manifestações, com igualdade de oportunidades para todos.
Em dezembro de 1996, o Memorial recebe do artista curitibano Sérgio Ferro um painel de 100 metros quadrados narrando a história de Curitiba.

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